quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

sábado, 13 de dezembro de 2008


Pois é, hoje dediquei-me à compra de presentes. Afinal o Natal está à portinha e odeio deixar coisas para a última da hora. Mesmo assim ainda me faltam dois presentes, no entanto não vou desesperar, pois hei de encontrar alguma coisa decente para oferecer.

Mas foi agradável andar na correria das lojas (coisa que normalmente odeio).

Ver as pessoas a pegar em tudo e mais alguma coisa até encontrarem o presente perfeito para aquela pessoa especial. Adoro parar de repente no meio da multidão e observar o que me rodeia.

- Na loja de roupa interior feminina um homem observa conjuntos para oferecer à sua esposa (talvez);

- Na loja dos brinquedos, pais, padrinhos, tios e avós comparam brinquedos e preços para oferecer aos mais pequenos.

- Na loja de sapatilhas uma miúda mostra à mãe as sapatilhas que quer pelo na tal.

- Na livraria (uma das minhas lojas preferidas) várias pessoas abrem e fecham livros, por vezes sem lerem uma única palavra.

- Na esplanada, uma senhora de idade queixa-se do frio que está.

- Na pequena loja de bijutaria, um enchente de mulheres a mexericarem em todas as pulseiras, colares e afins.

E o mais incrivel disto tudo é que todos estes acontecimentos acontecem exactamente ao mesmo tempo e eu sou a única no meio da multidão que pára para observar.

Sinto-me invisivel por breves momentos, sinto-me uma estranha no mundo de pessoas (ditas) normais. Mas a sensação não é de solidão mas sim de puro prazer, puro prazer por ter a capacidade de observar tudo aquilo.

Sei que por vezes pareço doida, mas não sou! Juro que não sou, apenas gosto de observar^^

Quantos às prendas não posso falar muito, comprei o necessário, mas adorei as prendas para as minhas tias. Uns ganchos para o cabelo com renas^^

Estavam tão giros que eu e a minha irmã não resistimos e compramos, acho que as minhas tias vão adorar!

domingo, 7 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008


Pequenino está deitado (Poemas para declamar)

Pequenino está deitado (Poemas para declamar): "Pequenino está deitado

Pequenino está deitado
Em palhinhas, Deus infante
Ai! Não há no céu estrelado
Astro de oiro mais brilhante
Correi pastorinhos
Depressa a Belém
Co’a alma em carinhos
Por Deus nosso bem
Oh! Levai-lhe cordeirinhos
Todos brancos de candura,
De lã branca, com arminhos,
De olhos meigos de ternura.
Mais que a estrela do Oriente,
Mais que o oiro dos Reis Magos,
Jesus preza o inocente
E dos pobres quer afagos."

quinta-feira, 13 de novembro de 2008


A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos consideravam-na como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois acreditava-se nos seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do Ano Novo e na fé renovada de que o ano que chega será sempre melhor do que aquele que vai embora

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

quinta-feira, 27 de março de 2008

sábado, 22 de março de 2008

PÁSCOA

O Cordeiro

Simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus, e se sacrificou em favor de todo o rebanho.

Pão e Vinho

Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.

O Círio


É a grande vela que se acende na Aleluia. Quer dizer: "Cristo, a luz dos povos". Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".




A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento.

Coelhinha da Páscoa



Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.

A Cruz da Ressurreição



Traduz, ao mesmo tempo, sofrimento e ressurreição.

quarta-feira, 5 de março de 2008

domingo, 2 de março de 2008

alecrim


ALECRIM



Rosmarinus officinalis

O Alecrim é um arbusto aromático, denso, muito ramificado, que pode atingir 2 a 3 m de altura. Os seus caules são lenhosos quadrangulares. As folhas são persistentes, estreitas e coriáceas, com 2 a 3 cm de comprimento, são opostas duas a duas e cujas margens se enrolam para cima. As flores do alecrim são bilabiadas, de um lilás-pálido que abrem durante todo o ano, agrupados em pequenos cachos na axila das folhas. A época de floração é no Verão. Os frutos são aquénios ovais castanhos. Cresce por todo o lado na Europa Mediterrânica, em terrenos pedregosos, secos, em taludes, em charnecas e pinhais do Centro e Sul de Portugal. O alecrim, como planta aromática é utilizado em culinária, em perfumaria e também em medicamentos, como diurético e, como estimulante, fortalece as memórias enfraquecidas. As abelhas visitam o alecrim e produzem um excelente mel, de gosto intenso, chamado mel de alecrim.
Alecrim


Curiosidades
Diz-se que a rainha Isabel da Hungria, septuagenária, depauperada pela doença, recuperou a saúde e rejuvenesceu graças ao alecrim.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

carnaval




Carnaval é fantasia ,
é o que toda a gente diz.
Dançamos noite e dia,
é carnaval no meu país!!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

amendoeiras em flor


Oh!meu Algarve! canteiro
que no Inverno é mais lindo,
com seu luar de Janeiro
e as amendoeiras florindo.

sábado, 26 de janeiro de 2008

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008




"Devido à velocidade da luz ser superior à do som,

algumas pessoas parecem inteligentes até falarem"

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008


POEMA DA PAZ
O dia mais belo? Hoje.
O obstáculo maior? O medo.
A distração mais bela ? O trabalho.
A pior derrota? o desalento.
O mistério maior? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A coisa mais perigosa? A mentira.
O sentimento pior? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
A coisa mais bela de todas? O amor.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

foto da semana


QUE COISA MARAVILHOSA!......

Dia de Reis



É tradição celebrar-se a 6 de Janeiro,o dia de Reis.

Conta-se que neste dia, os Reis Magos vindos do Oriente,guiados por uma estrela, vieram adorar o Deus Menino, em Belém.

Ao chegarem ao seu destino,deram como presentes ao Menino Jesus:

  • Ouro ( oferecido por Belchior ): representando a sua nobreza.
  • Incenso ( oferecido por Gaspar ): este representando a divindade de Jesus.
  • Mirra (oferecido por Baltasar ): simbolizando o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Ano Novo




VAMOS ENTRAR NO ANO NOVO COM MUITA ALEGRIA E DIVERTIMENTO.

MUITO SUCESSO!......

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

NATAL EM PORTUGAL


As manifestações de alegria sucedem-se. Entoam-se os Cantos do Nascimento do Menino, tão lindos como sugestivos, tão ingénuos como variados! Estes cantos de Natal constituem um completo romanceiro de toda a Vida de Jesus. Neles transparece, profundamente, o sentimento de religiosidade do nosso Povo. No Alentejo cantava-se no interior dos Templos, durante a Missa do Galo ou depois dela. Hoje, esta prática quase não é conhecida. Com o advento do regime republicano e a falta de pároco na grande maioria das povoações rurais, a Missa do Galo está a cair em desuso. A Noite de Natal - Noite Grande - passa-se em Família, em casa, à lareira, em volta do madeiro tradicional, que arde acariciadoramente. Durante o serão, que dura até quase de madrugada, canta-se em louvor do Deus Menino, contam-se histórias e romances da Sua Vida, come-se e bebe-se ... Perto da Meia Noite - a Hora Redentora - a boa nova do Nascimento de Jesus é transmitida a todos os lares por grupos de populares, homens e mulheres que, de porta em porta, cantando, dão as Boas Festas esperando alcançar uma esmolinha em louvor do Deus Menino ...


Ó Natal! Ó Natal!
Para mim não há igual
É a festa mais bonita
Que há em Portugal.




Um Conto de NATAL!
A manhã acordou gélida. Um manto cobria de geada os campos em redor. O céu mantinha-se teimosamente encoberto, não deixando o sol espreguiçar-se por entre as nuvens acinzentadas.
José ergueu-se bastante cedo, dirigiu-se às cortes e foi cuidar dos animais. Depois regressou a casa e, enquanto Maria preparava o pequeno-almoço, parou junto de uma das janelas da sala de jantar. Olhava através da vidraça embaciada a paisagem melancólica do lugar. Num ponto distante, uma chaminé fumegava. Outras casas, porém, mostravam-se vazias. Os seus donos partiram há muito e apenas regressavam no verão, por ocasião dos festejos à padroeira.
Com efeito, os mais novos partiram e ficaram os velhos entregues às lides da lavoura. A guardar os campos e a tratar das vinhas. Ele resolveu ficar.
Trabalhava de carpinteiro mas, agora que os tempos são outros e os grandes armazéns fazem concorrência, o trabalho escasseia e José receia ficar desempregado. Como sempre, Maria trata da casa, dos animais e ainda vai zelar as leiras que ainda são o principal sustento da casa.
Na povoação já não se ouve o chilrear das crianças – o governo mandou fechar a escola e, as poucas que ainda restavam, tiveram de ser transferidas para outra escola que fica a muitos quilómetros de distância. As gentes são idosas e já não podem trabalhar. De tempos a tempos, aparece um espertalhaço a querer comprar os terrenos por dois patacos…
Naquele dia, Maria e José revelavam uma certa ansiedade. Emanuel, seu filho, casara havia dois anos e partira para França com a mulher. Agora, Madalena, a nora, encontrava-se internada num hospital dos arredores de Paris e aguardava o nascimento de um filho. Se tudo corresse bem, Maria e José iriam ser avós. Por essa razão, o filho avisara antes que não viria passar o Natal com os pais. Sem eles, a terra ficava ainda mais triste, quase sem ninguém – como outras aldeias do interior, também esta estava a ficar abandonada!
Emanuel trabalhava como maçon enquanto Madalena fazia trabalhos domésticos em casas particulares. A princípio, sentiram bastante dificuldade, particularmente na adaptação ao idioma. Mas, com o tempo, ultrapassaram as dificuldades e até se sentiam particularmente felizes.
Depois de tomarem o pequeno-almoço, prepararam-se para irem à missa. Era dia de Natal e não queriam faltar à celebração. Contudo, não arredavam pé de junto da pequena mesa onde se encontrava o telefone. Aguardavam algum telefonema que lhes trouxesse a notícia porque tanto ansiavam. O tempo corria devagarinho. Os ponteiros do relógio da sala cadenciavam uma eternidade. De repente, toca a campainha do telefone e Maria precipita-se para ele. José também se aproxima. Do outro lado da linha, Emanuel dava-lhe a notícia que os faria ainda mais felizes: nasceu um rapaz. Saudável. Robusto. Chamar-se-ia Dominique.
Naquele instante, o sol rompeu por entre as nuvens e, acariciando a terra, estendeu os seus raios solsticiais a anunciar o evento. Uma vez terminada a conversa ao telefone, José e Maria apressaram-se a sair de casa. Não queriam chegar tarde à igreja: o senhor abade ia dar a beijar o menino.
- Era dia de Natal!
Retirado de
«Falcão do Minho»